O Sítio
Aquele velho projeto de fazer um fãzine com os amigos...


domingo, janeiro 08, 2006  

Reflexões acerca da humanidade (por um bêbado vindo de uma formatura)

As pessoas são muito engraçadas.

escrito por Fabio P. Lopes | 02:22 |


quinta-feira, janeiro 05, 2006  

Listas de Final de Ano

Livros lidos em 2005:

"Marilyn Mason", Kurt B. Reighley - 09/01/2005
"Laranja Mecânica", Anthony Burgess - 15/01/2005
"O Restaurante no Fim do Universo", Douglas Adams - 29/01/2005
"Armas, Germes e Aço", Jared Diamond - 30/01/2005
"Great Science Fiction Stories", editado por Cordelia Titcomb Smith, 23/02/2005
"The Shadow Matrix", Marion Zimmer Bradley - 06/03/2005
"Law of the Wolf Tower", Tanith Lee - 12/03/2005
"The Moon and the Sun", Vonda N. McIntyre - 29/04/2005
"Harry Potter e a Ordem da Fênix", J.K. Rowling - 31/05/2005
"How to get a PhD", Estelle M. Phillips e Derek S. Pugh - 18/06/2005
"The Left Hand of Darkness", Ursula K. Le Guin - 16/07/2005
"Nine Stories", J. D. Salinger - 13/08/2005
"The Doomsday Book", Connie Willis - 25/08/2005
"Exalted: A Day Dark as Night", Carl Bowen - 30/08/2005
"Star of Danger", Marion Zimmer Bradley - 13/09/2005
"Exalted: A Shadown Over Heaven's Eye" - Tim Waggoner - 18/09/2005
"Winds of Darkover", Marion Zimmer Bradley - 25/09/2005
"The Craft of Research", Wayne Booth et al - 29/09/2005
"Neverwhere", Neil Gaiman - 10/10/2005
"Freakonomics", Steven D. Levitt e Stephen J. Dubner - 20/10/2005
"1933 Foi um Ano Ruim", John Fante - 23/10/2005
"Feliz Ano Novo", Rubem Fonseca - 24/10/2005
"A Ilha do Tesouro", Robert Louis Stevenson - 7/11/2005

Shows:

Nervoso (x2)
Okkervil River
The Decemberists
Mommy and Daddy
Erase Errata
Bloc Party
The Bravery
Ash
The Wedding Present
The Mellotrons
Nine Black Alps
Weezer
Elgoodo
Super Furry Animals
Mundo Livre S/A
MIA
Arcade Fire
Kings of Leon
The Strokes
Flaming Lips
Iggy Pop and the Stooges
Nine Inch Nails

Discos fuderosos:

1. Super Furry Animals - "Rings Around the World" (2001)
2. Hard Fi - "Stars of CCTV" (2005)
3. Remy Zero - "The Golden Hum" (2000)?
4. Razorlight - "Up All Night" (Limited edition) (2005)
5. Maximo Park - "A Certain Trigger" (2005)
6. Skank - "Cosmotron" (2003)?
7. Bloc Party - "Silent Alarm" (2005)
8. Decemberists - "Picaresque" (2005)
9. M.I.A. - "Arular" (2005)
10. Kaiser Chiefs - "Employment" (2005)
11. Nine Black Alps - "Everything Is" (2005)
12. dEUS - "Pocket Revolution" (2005)
13. Bruce Springsteen - "Born to Run" (1975)
14. Clap Your Hands Say Yeah - "Clap Your Hands Say Yeah" (2005)

Filmes:

Antes do Por-do-Sol
Cowboy Bebop: Knockin' on Heaven's Door
Oldboy
A Noite Americana
Sin City
Sideways
Equilíbrio
O Clã das Adagas Voadoras
The Returner

Músicas fuderosas:

Stars - "Reunion"
Nine Black Alps - "Get Your Guns"
The Decemberists - "The Bagman Gambit"
Maximo Park - "Going Missing"
Maximo Park - "The Coast is Always Changing"
M.I.A. - "Galang"
Ashlee Simpson - "Pieces of Me"
The Travelling Wilburys - "Handle with Care"
Hard-Fi - "Cash Machine"
Hard-Fi - "Tied Up Too Tight"
Razorlight - "Somewhere Else"
Kasabian - "Reason is Treason"
Super Furry Animals - "Ice Hockey Hair"
Super Furry Animals - "Juxtaposed with You"
Super Furry Animals - "Receptacle for the Respectable"
Super Furry Animals - "Wherever I Lay My Phone (That's my home)"
Ash - "So the Story Goes"
Ash - "Clones"
The Wedding Present - "Ringway to Seatac"
The Wedding Present - "Interstate 5"
Doves - "Black and White Town"
Bloc Party - "Helicopter"
Bloc Party - "Tulips"
Bloc Party - "This Modern Love"
The Bravery - "An Honest Mistake"
The Bravery - "Fearless"
dEUS - "7 Days 7 Weeks"
Kaiser Chiefs - "The Modern Way"
Rise Against - "Give it All"
Interpol - "Narc"
LCD Soundsystem - "Tribulations"
Devendra Banhart - "The Body Breaks"
TV on the Radio - "Dry Drunk Emperor"
L'arc en Ciel - "Ready Steady Go"
L'arc en Ciel - "Killin' Me"
Bright Eyes - "First Day of my Life"
Ulrich Schnauss - "Monday Parcetamol"
M83 - "Don't Save Us From the Flames"
Remy Zero - "Out/In"
Skank - "As Noites"
Los Hermanos - "O Vento"
Nine Inch Nails - "Only"
Nine Inch Nails - "The Hand that Feeds"

escrito por Fernando | 17:43 |


quinta-feira, dezembro 15, 2005  

Bolhas nas mãos

escrito por Fabio P. Lopes | 13:43 |


quarta-feira, novembro 30, 2005  


"You know the world is going crazy when the best rapper is a white guy, the best golfer is a black guy and the tallest guy in the National Basketball Association is Chinese." - Chris Rock

Não sei se vocês já conheciam essa frase, mas eu achei muito boa.

escrito por Fabio P. Lopes | 12:11 |


segunda-feira, novembro 21, 2005  

Sincero

"Hoje em dia, eu te vejo mais como um irmão.", ela falou num tom meio-sentido, meio-constrangido e se virou para trocar de roupa. Ali. Na minha frente, praticamente como se eu não estivesse ali, e já deixando claro que a idéia de eu pular em cima dela não era aplicável à situação. Olhei pro teto e parei para refletir sobre o que aquilo significava. A primeira implicação, o que ela realmente queria dizer, é que nunca mais voltaríamos e que futuras tentativas, baseadas em idéias estritamente racionais e calçadas em nossa boa convivência nos últimos anos, estariam fadadas a falhar praticamente antes de começarem. O que aconteceu menos de dois anos depois apenas confirmou isso, mas aí já estou me aproveitando de um mini-surto precognitivo.

Havia outras implicações. Em primeiro lugar, eu não era mais desejável. Para ela, àquela altura, ficar sozinha vendo sexy time numa noite de sábado era provavelmente um programa mais excitante do que passar essa mesma noite de sábado comigo, de preferência mostrando ao pessoal do sexy time como a coisa realmente funciona. Mas havia mais. Eu não havia sido rebaixado ao posto de irmão. Tinha me tornado uma amiga. Que eu me lembre, depois dos 6 ou 7 anos de idade, nunca troquei de roupa na frente da minha irmã e a recíproca é verdadeira. Eu não apenas tinha deixado de ser namorado e perdido a prerrogativa de fazer o que um namorado pode fazer com a namorada. Meu sexo também tinha sido alterado de modo a acomodar as novas circunstâncias que ela criara. O fato de ela estar ali, na minha frente, trocando de roupa como se isso fosse a coisa mais normal do mundo, depois de ter me dito aquilo era ultrajante. Antes ela dissesse que estava com vergonha e me pedisse para eu sair do quarto, ou simplesmente fosse pro banheiro se trocar. Naquela situação, eu nos vi como amiguinhas entre as quais não há nenhum pudor. E era mais complicado do que isso. Ao contrário dela com relação a mim, eu continuava a vê-la como uma mulher extremamente desejável. Linda. Doía pensar que nunca mais poderia tê-la pra mim e que teria que me satisfazer com lembranças durante sessões de prazer solitário. Tinha que me resignar quando, naquele momento, o que eu queria mesmo era pular da cama e rasgar aquela blusa que teimava em se enroscar com o cabelo dela; puxá-la com toda força, aremessá-la em cima da cama e dizer, com a maior cara de filho-da-puta que eu conseguisse fazer: "Irmão é o meu caralho".

Desgraçado também era o sentimento de impotência diante da inexorabilidade da situação. Se ela simplesmente dissesse que estava fula comigo, que eu tinha sacaneado legal, que era ela ou meus filmes pornôs, a situação era simples. Se dissesse que estava atraída por outro cara e que queria acabar, era bem mais complicado mas eu ainda podia pensar "Ah, talvez seja só passageiro e ela vá, fique com esse cara, veja como eu sou bom e volte correndo pra mim". Até se já tivesse ficado com esse outro cara, ainda dava-se um jeito, afinal, errar é humano e eu tenho minha própria cota de bolas fora. Mas não. Ela estava me trocando pelo nada. Passou rapidamente na minha cabeça um filme com todas as vezes em que algum amigo ou conhecido me disse que tinha ouvido palavras similares vindas de sua namorada e, olhando para a situação atual desses caras, nenhum deles tinha reatado. Aquele era realmente o final. Enquanto há amor, há esperança, mas não se for amor de irmão.

Ela terminou de se trocar e virou pra mim, com uma cara indecifrável. Tentou conter um bocejo, andou até a cama, onde eu permanecia deitado, sentou e olhou nos meus olhos. Eu mirava o teto. Provavelemente também tinha uma cara indecifrável e ela ficou lá me encarando por longos minutos. Àquela altura, suas feições desmontravam desolação, como se dissesse que tinha tentado de tudo e que eu não podia culpá-la. Ela também estava triste mas tinha aceitado que a situação era aquela e que o melhor a fazer era vivê-la. Ou talvez eu apenas quisesse acreditar que ela demonstrava isso. Já estava com a mão fechada pronta para socar-lhe a cara caso ela viesse dizendo que queria continuar sendo minha amiga. Para mim, a sensação era de morte interna seguida de decomposição acelerada. Não me lembrava de, em qualquer momento dos meus então 23 anos, ter conseguido ir de razoável euforia (antes dela soltar a bomba) para quase desespero em tão poucos minutos. E ela ali, com aquele jeito triste, uma lágrima ou duas já escorrendo do olho esquerdo, talvez pensando em tudo que havia dado certo, todas aquelas variáveis que determinam o sucesso ou fracasso de duas pessoas namorando, onde sucesso implica em casamento e felicidade por toda vida e fracasso implica em ver o cônjugue como irmão, e como nós dois erámos perfeitos ou quase isso levando-se em conta quase todas elas. Eu, pelo menos, pensava nisso e me perguntava de quem era a culpa, qual dos dois tinha feito a merda que havia deflagrado aquela catástrofe, aquele evento auspicioso, no mau sentido, que provavelmente mudaria minha vida para sempre e me faria, até meu último suspiro, me arrepender e lamentar, quer a culpa fosse minha, quer não. Virei o rosto levemente e olhei nos olhos dela, ar desinteressado, como quem responde a alguém que acabou de falar "Hoje eu comi pão com manteiga no café da manhã", e disse:

"Eu também."

escrito por Fernando | 02:22 |


quarta-feira, novembro 09, 2005  

eu adoro essa música, porra!

out of time

[jagger/richards]

you don’t know what’s going on
you’ve been away for far too long
you can’t come back and think you are still mine
you’re out of touch, my baby
my poor discarded baby
I said, baby, baby, baby, you’re out of time
well, baby, baby, baby, you’re out of time
I said, baby, baby, baby, you’re out of time
you are all left out
out of there without a doubt’cause baby, baby, baby, you’re out of time
you thought you were a clever girl
giving up your social whirl
but you can’t come back and be the first in line, oh no
you’re obsolete my baby
my poor old-fashioned baby
I said baby, baby, baby you’re out of time
well, baby, baby, baby, you’re out of time
I said, baby, baby, baby, you’re out of time
yes, you are left out
out of there without a doubt’cause baby, baby, baby, you’re out of time
I said, baby, baby, you’re out of time

está reaberta a volta ao sítio.

escrito por Júlia | 18:52 |


segunda-feira, novembro 07, 2005  

eduardo coutinho

quem me conhece sabe bem do fascínio que eduardo coutinho provoca em mim. tanto é que minha pesquisa de mestrado é sobre ele, fazendo um estudo baseado na noção de conceito do que é política para hannah arendt. pois.

semana passada, luiz joaquim me pediu pra escrever um texto para folha. um texto livre em que eu falasse algo sobre o diretor, sua obra ou o que me aprouvesse. a única imposição era o limite de linhas: 35.

dessa forma, fiz dois textos. um mais formal e com um pouco mais de cara de jornal - o que me custou um tanto - e outro mais informal, em tom de conversa mesmo. o mais formal vocês podem ler na folha de pernambuco de hoje, no caderno de programa, mas a versão informal, pra quem quiser conferir, eu tô disponibilizando aqui procês. logo aí abaixo, e com letras maiúsculas, é verdade.


"No primeiro contato que tive com Eduardo Coutinho ficou clara a capacidade dele de envolver as pessoas numa conversa e fazê-las falarem sobre si mesmas. O encontro deveria ser uma entrevista em que eu perguntaria algumas coisas sobre o novo trabalho dele, que na época era “Peões”, e agendar um encontro posterior. Acontece que, quando percebi, era ele quem me entrevistava. Perguntava sobre minha origem e me fazia falar dos meus pais e avós e a árvore genealógica toda. Acabei brincando, dizendo que os papéis estavam invertidos e que, naquele momento, era ele quem devia falar, mas me respondeu que esse era o seu trabalho e que quando se dava conta, estava trabalhando o tempo inteiro.

Coutinho é um paulista que até 1975 trabalhava com cinema de ficção, e a partir dessa data, começou a trabalhar para o Globo Repórter da Rede Globo, realizando importantes documentários como “Três dias em Ouricuri” e “Teodorico, Imperador do Sertão”. Mas foi na década de 80 que ele se firmou mesmo como documentarista, com o clássico “Cabra Marcado para Morrer”, considerado pelo pesquisador Jean-Claude Bernardet como “um divisor de águas” dentro do documentarismo nacional.

“Cabra” é uma das obras do diretor que podem ser conferidas durante o Mostramundo, nos próximos dias 7, 8 e 10 de novembro, no shopping Tacaruna. “Babilônia”, “Santo Forte” e “Edifício Master” são os outros filmes que fazem parte da mostra e se destacam como parte dos mais importantes de sua filmografia, além de seu mais recente, “O fim e o princípio”, gravado no interior da Paraíba.

Os filmes são uma aposta na palavra. Nas histórias que estavam fadadas ao desaparecimento se não fosse a intervenção de seu registro. O diretor consegue perceber a força que emerge do instante que foge e que não pode ser repetido, no encontro entre quem registra e é registrado. Além de possibilitar, através do seu ato de escuta e atenção, depoimentos extraordinários de seus personagens, sem tolher ou criticar os mais diversos posicionamentos e visões de mundo.

Numa tarde em seu escritório, no Rio de Janeiro, me falou com paixão dos filmes que realizou, falou especialmente do último trabalho, e de como estava surpreso com tudo que tinha visto e ouvido na Paraíba. Das pessoas que conheceu e das implicações do trabalho como documentarista. Enfatizava sempre que as pessoas têm suas próprias verdades e que ele estava ali não para confrontá-las ou endossar suas idéias. Tudo que ele tem a fazer é ouvir e deixar que a surpresa, o acaso e a própria palavra guiem o filme.

Certa vez, li uma entrevista do escritor argentino Júlio Cortazar em que ele dizia: “O fantástico irrompe no cotidiano, pode acontecer agora, neste meio-dia de sol em que você e eu estamos conversando”. Imediatamente lembrei de Coutinho."

escrito por simone jubert | 10:38 |


quinta-feira, outubro 20, 2005  

itunes tunes, bate coração... itunes, coração pode bater

a quem interessar possa, e cretinices à parte, aqui vai a lista das dez músicas mais tocadas em meu computador, nos últimos 3 dias:

1 my collie (not a dog) - the selecter
2 kick in the teeth - supergrass
3 publish my love - rogue wave
4 walking ater you - foo fighters
5 no cars go - arcade fire
6 shout yr eyes - shout out louds
7 gut feeling - devo
8 do what you wanna do - acid house kings
9 thirteen (big star cover) - elliott smith
10 coming to get you - digger & the pussycats

escrito por simone jubert | 11:17 |


quarta-feira, outubro 19, 2005  

O Sítio

Mesmo depois dessa palhaçada toda de fotos e posts pessoais, ainda fico constrangido em escrever besteira aqui (quando tô bêbado é mais fácil, como vêem abaixo). Então, crio um próprio pra escrever besteiras e O Chico volta a ser O Sítio. Anotem: http://toremorosenaka.blogspot.com/.

:*

escrito por Chico Lacerda | 20:34 |


domingo, outubro 16, 2005  

A Todo Mundo

Aí, depois de uma noite dessas, a pessoa chega em casa com a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranqüilo. E resolve agradecer a todo mundo.

escrito por Chico Lacerda | 05:07 |


quarta-feira, outubro 05, 2005  

Uma singela homenagem a essa merda chamada amor

Twin Soul

by Fabio Junior

(chorus)
Flesh and nail
Twin soul
Beats the heart
The halfs of the oranges
Two lovers, two brothers
Two powers that attract
Pretty dream to live
I am dying of wish
Of youuu

Cheers.

Fabio

escrito por Fabio P. Lopes | 10:55 |


quarta-feira, setembro 21, 2005  

Minha trilha sonora com as pessoas

Com Alexandre: Bridge Over Troubled Water, de Simon e Garfunkel.
Com Fábio: Out of Time, do REM.
Com Fernando: The Downward Spiral, do Nine Inch Nails e August and Everything After, do Counting Crows.
Com Fred: Mezcal Head, do Swervedriver.
Com Haymone: Echoes, do Rapture.
Com dona Ilka: trilha sonora de Blade Runner, de Vangelis.
Com tia Ilse: The Latin Album, de Trini Lopez.
Com tio Jorge: Beatles.
Com Júlia: Legal, de Gal Costa.
Com Mariano: Fashion Nugget, do Cake.
Com Palula: Pump Up the Jam, do Technotronic.
Com Ricardo: trilha sonora do Talentoso Ripley, de vários artistas.
Com Rodolfo: Sparkle and Fade, do Everclear.
Com tia Sandra: Discography, do Pet Shop Boys.
Com Saulo: Falso Brilhante, de Elis Regina.
Com Simone: Funeral, do Arcade Fire.
Com Tita: Sonhos e Memórias 1941 - 1972, de Erasmo Carlos.

escrito por Chico Lacerda | 15:36 |


segunda-feira, setembro 19, 2005  

Comendo seu Rosca










escrito por Chico Lacerda | 09:37 |
 

Gente bonita em clima de paquera














escrito por Chico Lacerda | 09:26 |
 

Minha playlist anti-Chico dos últimos dias

As duas primeiras são as que mais tenho ouvido, na ordem em que aparecem. O resto é sem ordem.

Maximo Park - "Going Missing"
Ash - "So the Story Goes"
The Decemberists - "The Bagman Gambit"
Maximo Park - "The Coast is Always Changing"
M.I.A - "Bucky Done Gun"
M.I.A - "Fire Fire"
Hard-Fi - "Cash Machine"
Razorlight - "Somewhere Else"
Kings of Leon - "The Bucket"
Nine Black Alps - "Get Your Guns"
Kasabian - "Club Foot"
Fall Out Boy - "It's not a Side-Effect of the Cocaine, I am thinking it must be love"
Super Furry Animals - "Shoot Doris Day"
Super Furry Animals - "Zoom"
dEUS - "Nothing Really Ends"

escrito por Fernando | 07:48 |
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